O objetivo do artigo é apresentar a produção visual na TV Digital com ênfase na roteirização e no storyboard para discutir as mudanças no processo de concepção dos conteúdos digitais, a partir das potencialidades da hipermídia. Vislumbrando um futuro próximo, têm-se exemplos de como os telespectadores passam a participar mais do
contexto digital e coproduzir em ambientes interativos para TV que indicam uma gradual transformação do atual modelo e indicando inovações.
Referência: ARBEX, D.; LAPOLLI, M.; GIRONDI, A.; SPANHOL, F.; VARVAKIS, G.; VANZIN, T. A Produção Visual como Experiência em Ambientes Interativos pela TV Digital. XXXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação , 2011
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hipermídia; experiência.roteiro; storyboardTV digital
Este artigo apresenta o cálculo do índice de conformidade dos serviços (ICS) das unidades delegadas do Inmetro que compõem a Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade (RBMLQ). Utilizou-se no cálculo deste índice os resultados das 78 auditorias que o Inmetro realizou nas áreas da metrologia legal, qualidade e administração/finanças nas suas 26 unidades delegadas no ano de 2009. Os resultados mostram diferenças significativas de conformidade entre as unidades analisadas e entre as três áreas auditadas. O levantamento oferece informações que podem servir para tomada de decisão do Inmetro quanto ao foco de seus esforços e investimentos na RBMLQ e seus resultados sugerem reflexões para melhoria das auditorias realizadas pelo Inmetro. O trabalho finaliza propondo ações para unidades delegadas do Inmetro ampliarem a conformidade na execução dos seus serviços.
Referência: SORATTO, A.; MACIEIRA, K.; SANTOS, M.; VARVAKIS, G. Auditorias: uma análise da conformidade da rede brasileira de metrologia legal e qualidade. Anais do I Congresso Interno do INMETRO, 2010
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auditoriaíndice de conformidade.não-conformidadeRBMLQ-I
Abordam-se os conceitos de gestão de serviços voltados a unidades de informação. Identificam-se aspectos de incremento à qualidade de serviços de uma biblioteca. Propõemse práticas de gestão focadas nos conceitos de valor, projeto de serviços, planejamento estratégico e avaliação da qualidade. Espera-se que o leitor visualize um Plano de Gestão para unidades de informação, neste caso para a Biblioteca do Instituto Federal de Santa Catarina, Campus São José (IF-SC/SJ), unidade esta escolhida para o estudo.
Referência: VARVAKIS, G.; MORAES, K.; RÖDER, E.; BOSO, A.; CARTAGENA, S. Um plano de gestão para melhoria da qualidade de serviço em uma unidade de informação. Anais do XVI Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias e II Seminário Internacional de Bibliotecas Digitais, 2010
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Biblioteca do Instituto Federal de Santa Catarinaplano de gestãoServiços de informaçãoUnidades de Informação
National Innovation System (NIS) is the term used by scholars and policy makers to describe the emerging scientific and technological structures and processes of a nation that influence economic and social development. The last decade has seen a growing research interest in the innovation systems of different economies in order to better understand the factors that determine their economic and social development. This paper addresses the complex industry-university relationship using as theoretical framework the NIS concepts and as an analytical method, System Dynamics (SD) which is specifically designed to evaluate complex systems. Later, some international comparisons between Brazil, Russia, India and China (BRIC) are introduced in terms of industry-university partnerships.
Referência: MALDONADO, M.; MALDONATO, M.; CHAIM, R.; PIETROBOM, R.; VARVAKIS, G. University-industry partnership with a focus on BRIC countries: a system perspective on the good, the bad and the ugly. Proceedings – System Dynamics Society, 2010
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Este trabalho aborda o papel do Terceiro Setor nas ações para a sustentabilidade nas dimensões social, ambiental e econômica e a importância da cooperação por meio de alianças e parcerias perante a dificuldades de compartilhamento do conhecimento entre os diversos stakeholders que compõem o sistema do Terceiro Setor. Propõe um protótipo de plataforma colaborativa de conhecimento para fomentar o compartilhamento do conhecimento interinstitucional, explicitar ativos de conhecimento e habilidades (know-how) das entidades, explicitar a rede de alianças e parcerias, identificar a influência e capilaridade de cada instituição. A abordagem metodológica utilizada foi a revisão da literatura e a pesquisa documental e, para o desenvolvimento do protótipo, a linha metodológica mestra utilizada foi a abordagem sistêmica de Mario Bunge, sintetizada nas seguintes etapas: colocar todo fato social no seu contexto mais amplo; decompor o sistema nos elementos “composição”, “ambiente” e “estrutura”; conjeturar os mecanismos responsáveis pelo funcionamento do sistema; em caso de mau funcionamento ou para aperfeiçoar o sistema, intervir em uma ou mais das quatro dimensões do sistema. Como resultado foi desenvolvido protótipo de plataforma colaborativa de conhecimento para o Terceiro Setor adaptável a demais necessidades de compartilhamento de conhecimento interorganizacional entre múltiplos stakeholders.
Referência: GALDO, A.; ARBEX, D.; FORMOSO, R.; KERN, V.; VARVAKIS. G. Gestão do conhecimento interorganizacional para a sustentabilidade por meio do terceiro setor. 9º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento, 2010
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Gestão do ConhecimentosustentabilidadeTerceiro Setor
A teoria da complexidade explorada pelo prisma da epistemologia contemporânea aborda os princípios da não linearidade para construção de ambientes audiovisuais interativos com foco na aprendizagem. Desta forma, o presente artigo procura enfatizar o processo de produção de um hipervídeo, a partir dos conceitos da hipermídia e da complexidade, como formas de pensamento que potencializam a aprendizagem autônoma e colaborativa. A tendência contemporânea de velocidade das informações nos leva para um tempo mais complexo, de variadas formas de aquisição do saber. A ciência da complexidade e o conceito de hipermídia se adaptam aos novos tempos e querem lidar com o interativo, o não linear, e os fenômenos auto-organizáveis para a construção de propostas mais inovadoras para a aprendizagem.
Referência: ARBEX, D.; GIRONDI, A.; NAKAYAMA, M.; ALMEIRA, C.; VARVAKIS, G.; SPANHOL, F. A contribuição da teoria da complexidade para a concepção de ambientes audiovisuais interativos. XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação , 2010
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HipermídiaHipervídeo.InteratividadeTeoria da Complexidade