Innovativeness and prejudice : designing landscape of diversity for knowledge creation

21/10/2019 15:02

O interesse organizacional contemporâneo a respeito da inovação levou a várias tentativas de domá-la por meio de amplas chamadas para as práticas de criatividade e design. Na maioria das vezes, essas chamadas fogem do confronto entre o processo de renovação contínua do efêmero de um lado; e a tradição e o preconceito, por outro. O objetivo deste estudo é fazer sentido de um discurso para aumentar o potencial de criação de conhecimento de grupos, de modo a atuarem na direção do futuro, para um melhor desempenho e longevidade. Baseado no conceito de Necessidade de Enquadramento (Need for Closure), a partir de uma perspectiva hermenêutica e inspirado por uma abordagem metodológica reflexiva, o presente estudo lança luz sobre os impactos do preconceito nos esforços inovadores de grupos. Os dados e resultados apresentados respondem positivamente à pergunta de pesquisa da tese, indicando que existe uma relação entre a tendência de motivação cognitiva de indivíduos em um grupo (NFC Mean) e o potencial desse grupo de criar produtos percebidos como inovativos (OUP Mean). Esses resultados habilitam a descrever o NFC Mean como uma variável preditora (ou explicativa) positiva e significativa do OUP Mean.Apoiado por um estudo empírico e análise quantitativa de dados. Assim, este estudo propõe uma heurística baseada em determinantes de inovatividade relacionados a preconceito (denominada Prejudice Related Innovativeness Determinants Heuristic  PRIDHe), para aumentar efetivamente o potencial inovativo de grupos sociais. A heurística sugere formas de alocar pessoas em e define uma política de governança para grupos, a fim de proporcionar um ambiente criativo onde o preconceito não somente limita as ações como sugere novas oportunidades de atuar em direção ao futuro. A principal contribuição teórica deste trabalho reside nas reflexões sobre os impactos positivos do preconceito nos esforços inovativos. Em seu núcleo, o discurso proposto neste texto pode ser resumido como: organizações cientes de seus preconceitos possuem maior probabilidade de apresentar um melhor desempenho.

MANHÃES, Maurício Cordeiro. Innovativeness and prejudice : designing landscape of diversity for knowledge creation. Tese (doutorado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento, Florianópolis, 2015.

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Tags: ConhecimentodesignGruposHermenêutica.InovaçãoNecessidade de EnquadramentoPreconceitoSensemaking

Redes colaborativas em ambientes de inovação: uma análise dos fluxos de informação

21/10/2019 14:44

Compreende o fluxo de informação em redes colaborativas constituídas em um ambiente de inovação e propõe diretrizes para o gerenciamento da informação. A análise é direcionada por meio da identificação de elementos dos fluxos de informação, da caracterização de redes em ambientes de inovação onde estão inseridas incubadoras e empresas de base tecnológica, da verificação na prática de como ocorre o processo informacional nesses ambientes e da proposição de direcionamentos para o gerenciamento da informação. Ametodologia é baseada no Design Science Research,como paradigma que operacionaliza a construção do conhecimento a partir de ciclos interativos para projetar um artefato sócio-técnico e utiliza a Análise de Redes Sociais (ARS), uma ferramenta interdisciplinar cujo foco analítico recai sobre as relações e interações entre os indivíduos e organizações, como forma de entender a estrutura relacional, sendo que para isso combina a metodologia com teorias apropriadas ao ambiente e às questões em estudo. A pesquisa é de abordagem mista, predominantemente, qualitativa. Foram analisados cinco estudos de caso, a partir dos quais se recolheu dados de 56 entrevistas com gestores de ambientes de inovação (parques tecnológicos e instituto de pesquisa), incubadora de empresas, pré-incubadas e startups incubadas em parques tecnológicos na Região Sul do Brasil e na Região Norte de Portugal, e um Instituto de pesquisa localizado na Região Norte do Brasil. Para análise dos dados utilizou-se como ferramentas a análise de conteúdo, as métricas de análise de redes e análise do desempenho das empresas. As diretrizes foram propostas com base nos resultados empíricos e delineadas a partir da CIMO-Logic. Os estudos de casos analisados sugerem que quanto mais as empresas amadurecem o plano de negócio, mais tendem a melhorar a gestão da informação. Os resultados dos fluxos de informação no desempenho organizacional são inerentes, principalmente, ao aumento de soluções coletivas, acúmulo de capital social e o aumento da aprendizagem coletiva ao longo dos primeiros anos de uma empresa incubada. Também se tem evidências de que a colaboração é facilitada pelo processo formal de participação na rede, mas observou-se que as interações informais e face-a-face trazem melhores resultados e maiores impactos nos projetos das empresas. As evidências empíricas e a fundamentação teórico-conceitual possibilitaram a proposição de sete diretrizes que podem auxiliar gestores quanto: informação crítica, papel dos atores, socialização nos ambientes de inovação, manutenção da base de conhecimentos, estrutura das redes, formação de parcerias e acompanhamento de resultados. Conclui que é possível gerenciar fluxos informacionais em ambientes dinâmicos e complexos, tais como os de inovação, desde que considere ser regidos por mecanismos de intervenção, práticas e melhorias.

INOMATA, Danielly Oliveira. Redes colaborativas em ambientes de inovação: uma análise dos fluxos de informação. Tese (doutorado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Educação, Programa Pós-Graduação em Ciência da Informação, Florianópolis, 2017.

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Tags: Ambiente de inovação.ColaboraçãoFluxo de InformaçãoInovaçãoRedes Colaborativas

Barreiras e facilitadores à inovação: abordagem individual e organizacional.

04/10/2019 15:55

Esse trabalho teve como objetivo identificar barreiras e facilitadores à inovação, com enfoque no indivíduo e na organização. Trata-se de um estudo bibliográfico, de caráter qualitativo e descritivo. Os resultados apontam que facilitadores e barreiras à inovação, sejam individuais ou organizacionais, estão atrelados, principalmente, a estrutura da organização, envolvimento da equipe, apoio das lideranças, recursos, competências e incentivos para inovação. Conclui-se que, para que haja um clima organizacional favorável à inovação, são necessárias ações sistemáticas para a mitigação das barreiras e a manutenção dos fatores que facilitam a inovação. Dessa forma, os esforços são direcionados para o melhor desempenho individual e organizacional, impactando na sobrevivência e competividade da organização.

Referência:  AVI, E.; TRZECIAK, D.; VARVAKIS, G. Barreiras e facilitadores à inovação: abordagem individual e organizacional.VII Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação, Ciki 2017, Foz do Iguaçu

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Tags: Barreiras à inovaçãoFacilitadores à inovaçãoGestão da InovaçãoInovação

Geração de ideias, ideação e gestão de ideias para inovação: clarificando conceitos

07/08/2019 14:20

Ideias são vitais para as organizações, pois elas são a fonte para a inovação e essa por sua vez é fonte inesgotável de vantagem competitiva. A definição correta de conceitos possibilita não somente o direcionamento de estudos acadêmicos, mas a sua futura aplicação no cotidiano das organizações. O objetivo geral do artigo é clarificar os termos relacionados à geração de ideias, ideação e gestão de ideias. O método utilizado foi um levantamento bibliográfico, e posteriormente, uma análise dos conceitos utilizados pelos estudos levantados, buscando pontos de convergência e divergência. Como resultado propõe-se uma clarificação que visa auxiliar o entendimento dos termos, preparando um referencial para pesquisas futuras. Conclui-se que a ideação e a geração de ideias são a mesma coisa, ou seja, é o processo de criação de novas ideias e a gestão de ideias compreende o gerenciamento das ideias ao longo de todo o processo de inovação.

Referência: DOROW, P.; CAALLE, G.; VARVAKIS, G.; RALLEJOS, R. Geração de ideias, ideação e gestão de ideias para inovação: clarificando conceitos. KM Brasil 2014 – Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento

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Tags: Geração de ideiasGestão de ideias.ideaçãoInovação

O fluxo de informação nos projetos de inovação

07/08/2019 10:54

A inovação apresenta-se como fator crucial para competitividade das nações. Cada vez mais, inovar torna-se o objetivo das empresas, em diferentes setores, haja vista a necessidade de inserção no mercado de novidades, que tenham aceitação do público consumidor e uma resposta financeira positiva. Os processos de inovação em uma empresa, geralmente, são dependentes de informações, conhecimentos e interação entre os atores. Esta pesquisa
objetiva analisar o fluxo de informação inerente aos processos de inovação em três empresas de diferentes setores da economia Os atores da pesquisa serão os gestores e colaboradores dessas empresas que estejam envolvidos com processos de criação e inovação nas mesmas. Definiu-se oito categorias de análise, que exercem influência nas etapas que compõe o fluxo de informação, divididas em (i) elementos: atores, canais, fontes de informação e tecnologia;
e (ii) aspectos: barreiras, determinantes de escolha e uso da informação, necessidades e velocidade. A coleta de dados deve ser feita em três etapas alinhadas com os seguintes instrumentos de pesquisa: (i) entrevista com o gestor do projeto de inovação, (ii) aplicação de questionário com os colabores envolvido no projeto de inovação, e (iii) entrevista semiestruturada, com o colaborador com maior número de indicações, para minimizar dúvidas e criar inferências concretas na análise dos resultados. A pesquisa tem por pressuposto que o fluxo de informação é inerente ao processo de inovação e é catalisador para que haja criação de valor e agregação de conhecimento em seus processos e produtos.

Referência: ARAÚJO, W.; SILVA, E.; VARVAKIS, G. O fluxo de informação nos projetos de inovação. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB 2013)

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Tags: Fluxo de InformaçãoGestão da informação.Inovação

A Gestão do Conhecimento e a Inovação como precursores para o desenvolvimento das capacidades dinâmicas nas organizações

07/08/2019 09:45

A gestão do conhecimento apresenta-se como um elo entre diferentes áreas e pode ser considerada como um dos elementos principais para a inovação e incremento do desempenho organizacional. Na busca pela compreensão de conceitos que envolvem esta realidade, o presente estudo busca aprofundar-se nas definições associadas a capacidades dinâmicas nas organizações. A pesquisa foi realizada por meio de uma revisão da literatura
e análise bibliométrica na base de dados SCOPUS, a fim de compreender quais são os enfoques dos estudos que abordam o tema Inovação e Capacidades dinâmicas sob o prisma da Gestão do Conhecimento no contexto organizacional.

Referência: KURTZ, D.; ALEGRIA, G.; VARVAKIS, G. A Gestão do Conhecimento e a Inovação como precursores para o desenvolvimento das capacidades dinâmicas nas organizações. Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação, 2012

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Tags: Capacidades dinâmicas.Gestão do ConhecimentoInovação
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