A gestão da qualidade é um processo contínuo, algo de responsabilidade de todos os colaboradores na unidade de informação, é uma atitude ativa no sentido de prevenir ou resolver as possíveis distorções na disponibilização de um serviço de qualidade. Esse estudo tem por objetivo identificar a qualidade dos serviços nas bibliotecas da Universidade Federal do Amazonas na percepção dos gestores. A pesquisa teve como população os doze gestores
das bibliotecas setoriais do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Amazonas, a gestora da divisão de bibliotecas setoriais e a gestora do Sistema de Bibliotecas, o levantamento foi realizado por meio de questionário eletrônico com questões abertas e fechadas. A pesquisa possui abordagem quali/quantitativa e se classifica quanto aos fins como descritiva e quanto aos meios como estudo de caso. O estudo permitiu o levantamento das percepções dos gestores em relação a qualidade dos serviços disponibilizados a comunidade universitária da Federal do Amazonas, bem como o apontamento de questões críticas que devem merecer especial atenção por parte da gestão do Sistema de Bibliotecas.
Referência: LIRA, R.; VARVAKIS, G. A qualidade dos serviços em bibliotecas universitárias na percepção dos gestores. XX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, 2018.
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Biblioteca universitáriaGestão da qualidadeSistema de Biblioteca.
Um dos fatores mais críticos das bibliotecas atualmente é que elas costumam tardar no desenvolvimento de inovações. Atualmente, vários fatores internos e externos têm dificultado esse desenvolvimento. Logo, torna-se relevante identificar quais são as principais barreiras que dificultam o desenvolvimento tecnológico e discutir as principais formas de tentar superá-las. Frente a esses desafios, o presente artigo objetiva investigar as principais
barreiras à inovação em bibliotecas universitárias no Brasil. Quanto aos procedimentos metodológicos trata-se de uma pesquisa bibliográfica, qualitativa e exploratória. O universo da pesquisa é composto por 138 bibliotecas universitárias. Quanto aos resultados foram caracterizadas as bibliotecas, o perfil dos diretores, as barreiras, bem como foram descritos os principais desafios e as alternativas para reduzir ou minimizar estes empecilhos. Para
concluir, sugere-se que para inovar as bibliotecas não precisam necessariamente de equipamentos tecnológicos de última geração ou de muitos recursos financeiros, mas de uma série de elementos combinados com uma cultura organizacional voltada à inovação, do apoio da alta administração e de uma liderança voltada à mudança.
Referência: PASSOS, K.; VARVAKIS, G. Barreiras a inovação tecnológica em bibliotecas universitárias no brasil.XX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, 2018.
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Barreiras à inovaçãoGestão da informação.Inovação em bibliotecas universitárias
Resgata abordagens sobre direitos autorais na Internet. Apresenta questões referentes ao conteúdo e ao acesso à informação na Internet. Enfoca a legislação brasileira a ser observada pelo bibliotecário atuante no ciberespaço: os direitos autorais, a propriedade intelectual e ética na informação. Ponderações sobre acesso e liberdade de informação digital online.
Referência: BLATTMANN, U.; VARVAKIS, G. Direitos autorais e internet: do conteúdo ao acesso. Revista Online da Biblioteconomia. Prof. Joel Martins, Campinas, v.2, n.3, p. 86-96, jun 2001
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CopyrightInformation Access.Intellectual property
Levantamento sobre bibliotecas catarinenses através das suas respectivas páginas de hipermídia na Internet. Análise das bibliotecas catarinenses, seus endereços URL e tipos de serviços disponibilizados na Internet. Apresenta sete categorias de bibliotecas catarinenses que oferecem alguns tipos de serviços Internet para seus usuários: nas áreas
jurídica, empresarial, ciências da saúde, e, virtual.
Referência: BLATTMANN, U.; VARVAKIS, G. Internet, Bibliotecas e o bibliotecário catarinense: categorias, endereços – URL e serviços. Revista ABC, v.6, n.1, 2001
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BibliotecaBibliotecáriosInternetSanta Catarina
O projeto e a análise dos processos de serviços podem ser desempenhados com a utilização de técnicas que visam dar suporte para tal. No entanto, não se pode afirmar que todas as técnicas utilizadas sejam adequadas para este fim. Este artigo procura apresentar e avaliar algumas técnicas utilizadas para projeto e análise de processos de serviços, com ênfase na representação de processos. Esta avaliação é feita com base em requisitos que são propostos previamente. Estes requisitos partem do pressuposto que a técnica deverá dar suporte à melhoria da qualidade nos processos de serviços, considerando suas características específicas. Depois da definição dos requisitos, são apresentadas nove técnicas utilizadas em projeto e/ou análise de processos de serviços. Ao final, é feita uma comparação entre as técnicas analisadas, utilizando como base os requisitos propostos.
Referência: SANTOS, L.; VARVAKIS, G. Projeto e análise de processos e serviços: uma avaliação de técnicas de representação. Produto & Produção, v.5, n.1, 2001.
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melhoria da qualidadeProcessos de serviçostécnicas de representação de processos
Atualmente, as empresas estão sujeitas às mudanças nos valores e ideologias da sociedade e às pressões do ambiente externo à organização, que acabam por influenciar sua performance competitiva no mercado. A concepção do modelo de Avaliação Estratégica Estrutura-Conduta- Performance Ambiental (ECP-Ambiental) tem como princípio básico que a performance ambiental de uma empresa é o reflexo de suas práticas competitivas ou padrões de conduta ambiental, que por sua vez, dependem da estrutura de mercado em que está inserida.
As empresas petroquímicas, têxteis e de bebidas foram analisadas e os resultados organizados em um matriz que relaciona as funções gerenciais com um conjunto de indicadores de conduta ambiental desenvolvidos para refletir a qualidade do gerenciamento ambiental ao longo do seu sistema de negócios, incluindo administração geral, recursos humanos, compras, pesquisa e desenvolvimento, produção e manutenção, marketing e distribuição.
Nessa matriz, a conduta ambiental é classificada como fraca, intermediária ou forte. As explanações e as discussões realizadas neste artigo apontam, portanto, no sentido de apresentar o modelo ECPAmbiental como uma ferramenta para refletir sobre o posicionamento ambiental estratégico e atuar na tomada de decisão.
Referência: ABREY, M.; JUNIOR, H.; VARVAKIS, G. Modelo de avaliação da estratégia ambiental: os perfis de conduta estratégica. REAd – Edição Especial 30, V. 8, N. 6, nov-dez 2002.
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estratégia ambientalGestão ambientalindicadores ambientais