A gestão do conhecimento apresenta-se como um elo entre diferentes áreas e pode ser considerada como um dos elementos principais para a inovação e incremento do desempenho organizacional. Na busca pela compreensão de conceitos que envolvem esta realidade, o presente estudo busca aprofundar-se nas definições associadas a capacidades dinâmicas nas organizações. A pesquisa foi realizada por meio de uma revisão da literatura
e análise bibliométrica na base de dados SCOPUS, a fim de compreender quais são os enfoques dos estudos que abordam o tema Inovação e Capacidades dinâmicas sob o prisma da Gestão do Conhecimento no contexto organizacional.
Referência: KURTZ, D.; ALEGRIA, G.; VARVAKIS, G. A Gestão do Conhecimento e a Inovação como precursores para o desenvolvimento das capacidades dinâmicas nas organizações. Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação, 2012
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Capacidades dinâmicas.Gestão do ConhecimentoInovação
Este estudo tem como objetivo verificar de que forma a biblioteca virtual pode auxiliar na criação e compartilhamento do conhecimento nos processos de inovação. Desenvolveu-se uma pesquisa qualitativa, exploratória e bibliográfica utilizando como ferramenta a revisão sistemática da literatura na base de dados Scopus. Foram analisadas as publicações obtidas na revisão sistemática que teve como filtros os termos “Knowledge Management”, Innovation e “Virtual Library”. As atenções sobre cada artigo se voltaram para os objetivos, métodos e resultados alcançados. Constatou-se que as bibliotecas virtuais apresentam vantagens relacionadas a lugar, tempo, acesso e confiabilidade que auxiliam as pessoas na execução de tarefas urgentes impostas pela competitividade do mundo tecnológico e digital. Ao final, o artigo apresenta uma série de evidências de que a gestão do conhecimento, a inovação e a biblioteca virtual interagem com o novo e que desta interação surgem novas possibilidades para as organizações e para as pessoas.
Referência: VIDOTTO, J.; FAZZIONI, P.; VARVAKIS, G.; SELIG, P. A biblioteca virtual como ferramenta da gestão do conhecimento e inovação. Anais do XI Colóquio Internacional sobre Gestão Universitária na América do Sul, 2011.
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Biblioteca Virtual.Gestão do ConhecimentoInovação
O presente estudo visa abordar questões relacionadas ao processo de lições aprendidas em projetos, tendo como foco de análise a gestão do conhecimento. O ponto de partida constituiu da seguinte questão: Sob a ótica da gestão do conhecimento, o processo de gerar lições aprendidas pode agregar valor à gestão de projetos? A partir disso, iniciou-se a busca científica para responder esta indagação, por intermédio da busca sistemática de literatura. Assim, este estudo considerou 102 artigos publicados em revistas e journals científicos, que apresentam estudos empíricos em gestão de projetos, gestão do conhecimento e lições aprendidas, encontrados nas bases de dados Scopus. Este estudo aponta: o porque, o quando e o como o processo de lições aprendidas pode ajudar a mitigar os riscos associados a projetos; obter uma melhor compreensão das atividades envolvidas; melhorar os processos de gestão do conhecimento; ter o aumento sistemático das competências dos envolvidos e; identificar a causa raiz de sucessos e fracassos, ajudando a melhoria do processo.
Referência: FARENHOF, H.; FORCELLINI, F.; VARVAKIS, G. Lições aprendidas: agregando valor ao gerenciamento de projetos. Revista de Gestão e Projetos – GeP, 2011.
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Gerenciamento de ProjetoGestão do ConhecimentoProcesso de Lições Aprendidas
As Organizações Públicas de Turismo exercem a função do Estado em fomentar atividade turística em seu destino turístico. Fomentar significa definir políticas públicas, como gestão de destinos turísticos por meio dos portais turísticos (websites) de gestão pública. O objetivo deste artigo é apresentar um modelo de referência para
avaliação de portais turísticos com o suporte da gestão do conhecimento. Como método de pesquisa, utilizou-se o
triangular a partir da construção de um modelo de referência (teórico) e na construção de instrumentos de coleta
de dados quantitativo e qualitativo. Foram analisados vinte e nove portais turísticos gerenciados por Organizações
Públicas de Turismo do Brasil. Como resultado, afirma-se que os portais turísticos analisados não foram arquitetados para dar suporte à gestão do conhecimento e que seu uso é subutilizado enquanto ferramenta estratégica de gestão de destinos turísticos. Em relação ao modelo proposto, mostrou-se válido, e os resultados obtidos permitiram uma reflexão por parte das Organizações Públicas de Turismo de todas as instâncias de governança e das organizações privadas da necessidade de reverem suas estratégias de gestão dos destinos turísticos em relação à promoção e comercialização de produtos e serviços turísticos.
Referência: BIZ, A.; TODESCO, J.; VARVAKIS, G. Modelo de referência para avaliação de portais turísticos com o suporte da gestão do conhecimento. Gest. Prod., São Carlos, v. 20, n. 4, p. 803-813, 2013
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Administração PúblicaEstratégiaGestão do ConhecimentoPortais turísticosTurismo
Este trabalho aborda o papel do Terceiro Setor nas ações para a sustentabilidade nas dimensões social, ambiental e econômica e a importância da cooperação por meio de alianças e parcerias perante a dificuldades de compartilhamento do conhecimento entre os diversos stakeholders que compõem o sistema do Terceiro Setor. Propõe um protótipo de plataforma colaborativa de conhecimento para fomentar o compartilhamento do conhecimento interinstitucional, explicitar ativos de conhecimento e habilidades (know-how) das entidades, explicitar a rede de alianças e parcerias, identificar a influência e capilaridade de cada instituição. A abordagem metodológica utilizada foi a revisão da literatura e a pesquisa documental e, para o desenvolvimento do protótipo, a linha metodológica mestra utilizada foi a abordagem sistêmica de Mario Bunge, sintetizada nas seguintes etapas: colocar todo fato social no seu contexto mais amplo; decompor o sistema nos elementos “composição”, “ambiente” e “estrutura”; conjeturar os mecanismos responsáveis pelo funcionamento do sistema; em caso de mau funcionamento ou para aperfeiçoar o sistema, intervir em uma ou mais das quatro dimensões do sistema. Como resultado foi desenvolvido protótipo de plataforma colaborativa de conhecimento para o Terceiro Setor adaptável a demais necessidades de compartilhamento de conhecimento interorganizacional entre múltiplos stakeholders.
Referência: GALDO, A.; ARBEX, D.; FORMOSO, R.; KERN, V.; VARVAKIS. G. Gestão do conhecimento interorganizacional para a sustentabilidade por meio do terceiro setor. 9º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento, 2010
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Gestão do ConhecimentosustentabilidadeTerceiro Setor
Este artigo propõe uma adaptação do modelo de organização em hipertexto de Nonaka e Takeuchi para a criação de conhecimento nas organizações. Por meio de pesquisa bibliográfica e de estudo exploratório e descritivo foram identificados no modelo em questão, possíveis obstáculos à gestão contínua do conhecimento organizacional e benefícios potenciais da gestão por processos para a gestão do conhecimento nas organizações. A síntese resultante propõe a abordagem de processos no nível de sistema de negócio do modelo estudado. Conclui-se que a gestão por processos pode contribuir para o compartilhamento e a disseminação do conhecimento na estrutura hierárquico-burocrática sugerida no sistema de negócios da organização em hipertexto, o que sistematiza a aplicação dos novos conhecimentos aos produtos da organização.
Referência: SORATTO, A.; VARVAKIS, G. Criação do conhecimento apoiada na abordagem de processos. KM Brasil ,2007
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Gestão do ConhecimentoGestão por processosOrganização em hipertexto