Este artículo tiene el objetivo de comprobar la cohesión de los temas capital intelectual y gestión pública por medio de las percepciones de gerentes públicos sobre terminologías específicas de capital intelectual. La investigación ha usado como base el modelo llamado Intellectus, en la cual se ha desarrollado una investigación con gerentes públicos participantes de un programa de maestría en gestión de políticas públicas. Los resultados demuestran la viabilidad de implantación y el modelo propuesto puede ser la base para futuras generalizaciones. Los encuestados tuvieron pocas dudas y lograron fijar sus percepciones en escala cualitativa. La opción por un análisis desde la media aritmética ocurrió por la facilidad de comprensión de quien fue aplicar el modelo y utilizar las informaciones resultantes para promover nuevas investigaciones y aplicaciones.
Referência: DIAS, M. A. H.; LERIPIO, A. A.; VARVAKIS, G.; VAZ, C. R.. Capital intelectual en la gestión pública: caso del método Intellectus. Navus Revista de Gestão e Tecnologia, v. 5, p. 103-112, 2015.
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Com a globalização e o crescente aumento da velocidade com que as mudanças ocorrem, as organizações precisam estar preparadas para competir em um mercado cada vez mais competitivo. É preciso desenvolver soluções inovadoras e que atendam às necessidades dos clientes. E para isso as organizações precisam de pessoas com conhecimentos e habilidades e de uma gestão que crie condições para que seja desenvolvido o conhecimento organizacional. Este conhecimento faz parte do capital intelectual (CI) e representa um ativo intangível de uma organização. Contabilizar o CI de uma organização não é uma tarefa fácil, mas é de suma importância, pois pode representar uma parcela significativa do valor de uma organização. O objetivo deste artigo é analisar o papel do compartilhamento do conhecimento na formação do CI em uma organização intensiva em conhecimento (OIC). Nesse sentido, foi desenvolvida uma análise exploratória sobre a contabilização do CI e realizado um estudo de caso em uma OIC que presta serviço de contabilidade e que trabalha intensamente com o compartilhamento do conhecimento. Como resultado, observou-se que além de aumentar o valor da organização, o compartilhamento do conhecimento contribuiu para uma maior motivação no trabalho.
Referência: FREITAS FILHO, F. L.; RAMOS, J. A.; CARDOSO, J. M.; VARVAKIS, G.; SANTOS, N. Estratégia de compartilhamento de conhecimentos: um estudo de caso em uma empresa de contabilidade. Espacios (Caracas), v. 36, p. 2, 2015.
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O Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), criado há décadas, institucionaliza a forma organizacional da interação do Brasil com o continente antártico, visando a objetivos diversos e desenvolvendo conhecimentos com base em uma relação com vários atores de uma política pública específica. Por outro lado, a gestão desse programa é uma interação de interesses interministeriais, dentre outros stakeholders, e pode ser vista como um processo dentro de uma lógica de gestão do conhecimento, promovendo ativos de conhecimento ou capitais intelectuais. Partindo do questionamento de qual é a eficiência do PROANTAR na gestão do capital intelectual, utilizou-se uma metodologia qualitativa, tendo em vista desvelar uma realidade subjetiva, com um levantamento de dados por entrevistas. Percebeu-se que há uma promoção de parte dos elementos constitutivos do capital intelectual, nomeadamente o capital social, porém com carência de uma gestão sistêmica e integradora para a realização plena dos objetivos institucionais e promoção do conhecimento desenvolvido.
Referência: VARVAKIS, G.; DIAS, M. A. H. ; NAKAYAMA, M. . Capital intelectual em programas públicos: percepções do PROANTAR. Navus Revista de Gestão e Tecnologia, v. 3, p. 143-151, 2013.
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