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Mapeamento da literatura científica brasileira sobre compartilhamento do conhecimento organizacional entre 2007 e 2012
Dentre as práticas de Gestão do Conhecimento, o compartilhamento do conhecimento destacase como uma das mais relevantes no contexto atual. No entanto, existe uma variedade de termos para designar o compartilhamento do conhecimento, o que oportuniza estudos identificando suas semelhanças e diferenças. Este artigo apresenta o mapeamento da produção científica sobre o compartilhamento do conhecimento e discute os termos centrais para o compartilhamento do conhecimento, contribuindo para a conscientização da importância da clareza na utilização dos conceitos. Para tanto, utiliza a técnica da bibliometria em bases de dados nacionais considerando o período de 2007 a 2012. Como principais resultados encontrados pode-se citar a existência de expressões variadas, tais como transferência, difusão, transmissão ou disseminação de conhecimento e o crescimento expressivo no número de publicações em Gestão do Conhecimento no período analisado. Destacam-se as divergências entre os autores nacionais e internacionais diante as publicações nacionais encontradas a respeito dos termos compartilhamento e transferência de conhecimento cujos contextos de aplicação e associação configuram-se no nível individual, de grupos, empresa ou sociedade, de forma a não restringir ou limitar conforme afirmação de alguns autores. Este trabalho visa contribuir nos avanços nos estudos a respeito de Compartilhamento do Conhecimento como prática efetiva a fim de possibilitar um aumento da inovação, rapidez e flexibilidade organizacional, as empresas vêm investindo cada vez mais recursos neste sentido. Bem como estimular novos estudos no delineamento das publicações apontadas na literatura nacional a fim de contribuir tanto para avanços nos estudos acadêmicos, quanto no ambiente empresarial.
Referência: ROSSATO, J.; OSINSKI, M.; FRAGA, B.; VARVAKIS, G. Mapeamento da literatura científica brasileira sobre compartilhamento do conhecimento organizacional entre 2007 e 2012. IV Congresso Internacional do Conhecimento e Inovação – CIKI, 2014
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A relação da logística reversa e o fluxo de informação.uma análise bibliométrica
Este artigo tem como objetivo realizar uma análise bibliometrica para construir no pesquisador, o conhecimento necessário para orientá-lo a pesquisar sobre a relação da logística reversa e o fluxo de informação. Esta pesquisa se classifica como uma pesquisa bibliográfica, qualitativa, descritiva e exploratoria. Foi utilizado para essa análise o método ProKnow-C e a ferramenta de coleta de dados Endnote, nas bases de dados Web of Science, SCOPUS e Science Direct, no mês de março de 2014, encontrando 66 artigos. Realizado a filtragem de artigos o portfólio bibliografico contou com 44 artigos, sendo 22 alinhados com o tema. Verificado que o periódico mais relevante foi Computers in Industry, o autor que mais se destacou foi Browne, J., encontrando 8 artigos no ano de 2013 e as palavras-chaves utilizada na busca foram aderentes ao tema. Conclui-se que nos últimos anos vem crescendo o interesse pelo tema (logística reversa e fluxos de informçaão), considerando a produção científica sobre o assunto
Referência: VAZ, C.; INOMATA, D.; VARVAKIS, G.; RODRIGUEZ, C.; MALDONADO, M. A relação da logística reversa e o fluxo de informação.uma análise bibliométrica. Anais do X Encontro Mineiro de Engenharia de Produção, 2014
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Análise do estado da arte do capital intelectual no contexto brasileiro
Este artigo tem como objetivo analisar o estado da arte do tema de Capital Intelectual no contexto brasileiro, verificar quais os autores, periódicos, artigos e contexto o Brasil vem desenvolvendo pesquisa deste tema, para posteriormente poder comparar com os estudos sendo realizados em outros países. A pesquisa trata de uma revisão de literatura estruturada com base no método Proknow-C de Ensslin 2010. Na busca com a palavra-chave “Capital Intelectual” encontrou 23 artigos na base de dados Scielo Brasil. Obtendo como resultado como autor mais relevante o Luiz Antonio Joia, o periódico que mais se destacou foi a Revista de Administração Mackenzie, a instituição de ensino que mais trabalha com o tema foi a Universidade de São Paulo, e foi possível observar que as colaborações entre universidades não ultrapassam os limites regionais de localização das instituições. E por fim, o artigo que mais apresentou relevância acadêmica foi “Capital Intelectual: verdades e mitos” de 2002 dos autores Antunes, Maria Thereza Pompa e Martins, Eliseu, com 73 citações.
Referência: VAZ, C.; INOMATA, D.; MALDONADO, M.; SOUZA, F.; VARVAKIS, G. Análise do estado da arte do capital intelectual no contexto brasileiro. Anais do IV Congresso Internacional do Conhecimento e Inovação, 2014
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Capital intelectual. classificação, formas de mensuração e questionamento sobre usos futuros
Capital intelectual é um tópico de grande interesse para as organizações que perceberam os limites dos sistemas usuais de contabilidade baseados em ativos físicos. Existem diversos conceitos e classificações, assim como métricas para mensuração de capital intelectual. Este artigo traz uma revisão conceitual desses descritores – conceitos, classificações e métricas – e constata que, não obstante os avanços teóricos, é necessário um maior aporte da prática e da compreensão da dinâmica complexa que circunda a ideia de que o motor da geração de valor gravita entre as capacidades humanas, as estruturas organizacionais e, principalmente, entre as redes de relações possibilitadas por trocas de conhecimentos e experiências na busca de desempenho superior. É necessária uma revisão constante desses conceitos e métodos, bem como sua adaptação e reinterpretação para que as empresas possam, por si mesmas, identificar e usufruir das melhores formas de utilização de seu potencial humano. Ao deslocar o eixo de valor central para o intangível, as relações de confiança, transparência, capacidade de troca e satisfação ganham um status integrado e de durabilidade
Referência: VAZ, C.; INOMATA, D.; VIEGAS, C.; SELIG, P.; VARVAKIS, G. Capital intelectual. classificação, formas de mensuração e questionamento sobre usos futuros. Anais do IV Congresso Internacional do Conhecimento e Inovação, 2014
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Business Inteligence: Métodos e Técnicas de Gestão do Conhecimento e as Tendências para Avanços do Capital Intelectual
A demanda por bens e serviços nos sistemas produtivos exige a gestão de seus ativos intangíveis. Torna-se imperativa a gestão do conhecimento nas organizações através de métodos e técnicas, como instrumento de evolução e aprendizagem organizacional. O artigo identificou os métodos e técnicas de Gestão do Conhecimento (GC) para a adoção de uma cultura orientada a dados e correlacionou com Capital Intelectual (humano, estrutural e relacional). Amostragem incluiu 20 empresas de uma associação de classe. As práticas de ‘ajuda a semelhante’, ‘comunidades de prática’ e ‘benchmarking interno e externo’ relacionaram-se ao capital humano e relacional. ‘Elaboração de manuais para replicação de práticas’ convergiu com o capital humano. ‘Visitas técnicas entre as empresas’ e ‘coaching’ com capital relacional. ‘Espaços eletrônicos’ e ‘gestão eletrônica de documentos’ indicou dimensões do capital humano e estrutural, relacionados ao conhecimento de competências individuais e organizacionais. O trabalho recomendou métodos e técnicas essenciais e alinhados às tendências do Business Inteligence (BI)
Referência: FRAGA, B.; ERPEN, J.; VARVAKIS, G.; SANTOS, N. Business Inteligence: Métodos e Técnicas de Gestão do Conhecimento e as Tendências para Avanços do Capital Intelectual. V CONGRESSO INTERNACIONAL DE CONHECIMENTO E INOVAÇÃO, 2015.
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Implantação de Métodos Ágeis em Empresa de Desenvolvimento de Software: um Estudo de Caso
Assim como os métodos lean aumentaram a eficiência operacional e reduziram custos nos processos de manufatura da indústria, alterando o trade-off entre a produtividade e qualidade, a indústria de software segue na mesma direção, por meio de métodos de desenvolvimento ditos ágeis, compreendendo a disponibilidade contínua para criar, aceitar e aprender com a mudança, visando aumentar o valor percebido pelo cliente. Porém, a aplicação e institucionalização em grande escala das práticas ágeis, dentro de empresas que desenvolvem software, são desafiadoras: a alta direção, os gestores, a operação e a cultura da empresa precisam mudar, abandonando práticas tradicionais, com foco na ampliação e adoção dos métodos ágeis em toda a empresa, alinhado aos processos de negócio e ao planejamento estratégico. Para apoiar as empresas no processo de mudança, existem diversas alternativas, destacam-se três modelos: Disciplined Agile Delivery (DAD), Large-Scale Scrum (LeSS) e Scaled Agile Framework (SAFe). Cada modelo foi desenvolvido considerando uma grande variedade de práticas ágeis e enxutas (lean). O contexto da organização determinará a decisão em investir em um framework particular ou na seleção de um conjunto de práticas para se obter os resultados desejados. O objetivo deste artigo é discutir a aplicação em larga escala de princípios e metodologias ágeis com base em um estudo de caso, realizado na empresa Alfa, que está passando por um processo de implantação de tais metodologias a cerca de cinco anos.
Referência: ROTTA, M.; VARVAKIS, G.; TRIERWEILLER, A.; SILVA, S.; ESTEVES, P.; FERENHOF, H. Implantação de Métodos Ágeis em Empresa de Desenvolvimento de Software: um Estudo de Caso. V Congresso Internacional do Conhecimento e Inovação – CIKI, 2015