A gestão de bibliotecas está em contínuo aprimoramento, neste sentido a implantação de práticas de Gestão do Conhecimento (GC) é considerado um caminho promissor. Visando analisar quais práticas de GC relacionadas ao compartilhamento e transferência de conhecimentos ocorre em bibliotecas foi realizado uma entrevista qualitativa com dois gestores de Sistemas de Bibliotecas(SIBI). Os resultados indicam que o compartilhamento e transferência de conhecimentos acontecem de forma positiva entre indivíduos e equipes e na interação com a estrutura interna da gestão. As maiores dificuldades encontradas relacionam-se com a dimensão de transferência de conhecimentos da estrutura externa para a interna.
Referência: FALLGATTER, M.; DUTRA, S. K. W.; PRIM, M. A.; VARVAKIS, G. Compartilhamento e transferência de conhecimento na gestão de bibliotecas: um estudo em instituições federais de ensino de santa catarina. Revista ACB (Florianópolis), v. 20, p. 567-583, 2015.
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Compartilhamento de ConhecimentoGestão de BibliotecaGestão do Conhecimento
O objetivo geral da pesquisa foi verificar as condições de acessibilidade física da Biblioteca do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC) Câmpus Araranguá. Para análise foi utilizado parte do Instrumento de avaliação das condições de acessibilidade em bibliotecas (checklist), desenvolvido por Nicoletti (2010). Os resultados sobre acessibilidade arquitetônica demonstraram que a Biblioteca não atende a todos os critérios estabelecidos, destacando-se negativamente a inexistência de rampas ou elevadores acessíveis. A análise da acessibilidade do mobiliário e equipamentos revelou que a disposição do mobiliário e dos equipamentos da Biblioteca atende a maioria dos critérios estabelecidos, destacando-se positivamente a categoria “computadores/terminais de consulta”. Diante da análise, conclui-se que a Biblioteca não disponibiliza aos seus usuários um ambiente físico totalmente acessível.
Referência: CAVALCANTI, C. O. P.; GARCIA, R. I.; VARVAKIS, G. Acessibilidade física na biblioteca do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina, Campus Araranguá. Revista ACB (Florianópolis), v. 20, p. 483-499, 2015.
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Acessibilidade físicaBiblioteca escolarInclusão
Introdução: Os fluxos de informação são os princípios vitais que suportam os processos, a tomada de decisão e o desenvolvimento de produtos na organização. Objetivo: Apresentar e descrever os modelos de fluxos de informação encontrados na literatura e difundidos na Ciência da Informação, destacando as etapas, os contextos e os principais resultados identificados. Metodologia: Busca exploratória, seguindo os seguintes critérios para a seleção dos modelos: a) apresentação de um modelo esquematizado; b) descrição das etapas que compõe o fluxo. Resultados: São detalhados oito modelos, os quais reproduzem com eficiência o processo de gestão da informação baseada nos fluxos informacionais. Os modelos apresentam características similares, mas possuem um viés especifico, seja aplicada a comunicação, à administração da informação ou um viés mais cognitivo. Identificaram-se elementos e aspectos que influenciam o fluxo da informação. Conclusões: No contexto organizacional a agregação de valor à informação, que percorre o fluxo, deve estar alinhada aos objetivos da organização. O estudo do fluxo permite caracterizar um processo enxuto e simples, a partir da identificação de seus elementos, considerando também o elemento homem como artefato para ter conhecimento e integrar este processo.
Referência: INOMATA, D. O.; ARAUJO, W. C. O.; VARVAKIS, G. Fluxos de informação na perspectiva organizacional. Informação & Informação (Online), v. 20, p. 203-228, 2015.
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Fluxo de InformaçãoGestão da InformaçãoModelos de Fluxos de InformaçãoValor agregado
Com a globalização e o crescente aumento da velocidade com que as mudanças ocorrem, as organizações precisam estar preparadas para competir em um mercado cada vez mais competitivo. É preciso desenvolver soluções inovadoras e que atendam às necessidades dos clientes. E para isso as organizações precisam de pessoas com conhecimentos e habilidades e de uma gestão que crie condições para que seja desenvolvido o conhecimento organizacional. Este conhecimento faz parte do capital intelectual (CI) e representa um ativo intangível de uma organização. Contabilizar o CI de uma organização não é uma tarefa fácil, mas é de suma importância, pois pode representar uma parcela significativa do valor de uma organização. O objetivo deste artigo é analisar o papel do compartilhamento do conhecimento na formação do CI em uma organização intensiva em conhecimento (OIC). Nesse sentido, foi desenvolvida uma análise exploratória sobre a contabilização do CI e realizado um estudo de caso em uma OIC que presta serviço de contabilidade e que trabalha intensamente com o compartilhamento do conhecimento. Como resultado, observou-se que além de aumentar o valor da organização, o compartilhamento do conhecimento contribuiu para uma maior motivação no trabalho.
Referência: FREITAS FILHO, F. L.; RAMOS, J. A.; CARDOSO, J. M.; VARVAKIS, G.; SANTOS, N. Estratégia de compartilhamento de conhecimentos: um estudo de caso em uma empresa de contabilidade. Espacios (Caracas), v. 36, p. 2, 2015.
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Ativos intangíveisCapital IntelectualCompartilhamento do ConhecimentoContabilidade de ativos intangíveisGestão do Conhecimento
Las Instituciones de Educación Superior (IES) implementan estrategias de Gestión de Conocimiento (GC) para mejorar los servicios educativos. Las prácticas de GC, apoyadas por tecnologías web 2.0,permiten la identificación, creación, almacenamiento, intercambio y uso del conocimiento. El objetivo del artículo es realizar un diagnóstico del uso de dichas prácticas y tecnologías web 2.0en las IES a partir de datos de un caso específico.Los resultados demuestran que las prácticas de GC y las tecnologías web 2.0 son conocidas pero no utilizadas en su totalidad. En este sentido la implementación de acciones de cara a la institucionalización de las prácticas debe ir acompañado de una estrategia de GC que involucre a toda la organización.
Referência: BENITEZ, S. R.; URIONA MALDONADO, M.; VARVAKIS, G.; NORTH, K. Prácticas y tecnologías de Gestión del Conocimiento en Instituciones de Educación Superior. Espacios (Caracas), v. 35, p. 4, 2014.
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Higher Education InstitutionsKnowledge ManagementWeb 2.0
Analisou-se neste trabalho o emprego de comunidades de prática (CPs) formadas por agricultores visando à construção coletiva e o compartilhamento de saberes relacionados a processos de produção agropecuária. As CPs são consideradas meios adequados para uma eficiente troca de experiências e de conhecimento tácito, notadamente o procedural (know-how), que compõe a maior parte do substrato cognitivo do produtor rural. Empregou-se uma metodologia composta de revisão de literatura e etapa de campo, a qual foi desenvolvida na forma de estudo de caso e levantamento, junto à Associação de Produtores de Leite de Agrolândia – APLA. Os dados foram colhidos através de entrevistas verbais e questionários escritos. Na visão de seus integrantes, a APLA constitui uma CP, evidenciando-se as dimensões de domínio, comunidade e prática. Os membros adquirem conhecimento considerado útil, empregando o em suas propriedades rurais e nas tomadas de decisão. A quase totalidade dos produtores avalia que a participação na CP melhorou seu desempenho na atividade leiteira.
Referência: SILVA, A. W. L. ; RADOS, GREGÓRIO J. V.; SELIG, P. M. . Comunidades de prática no espaço rural: construindo e compartilhando conhecimentos sobre a atividade agropecuária. Organizações Rurais & Agroindustriais, v. 16, p. 46-61, 2014.
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Associação de produtoresCompartilhamento de Conhecimentocomunidades de práticaconhecimento tácitoprodutor rural